Renovação de Consignação – Consignado Aposentado

Neste mês, a Previdência Social – Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), deve decidir sobre as novas alterações nas regras que permite o refinanciamento ou renovação da consignação em empréstimo consignado descontados no benefício de aposentados e pensionistas.

Renovação de ConsignaçãoO empréstimo consignado, atualmente é uma das modalidades de crédito à pessoa física que oferece a menor taxa de juros do mercado. Concedido principalmente para os aposentados e pensionistas do INSS, sua obtenção é fácil e descomplicada, porém, isso deve mudar, possivelmente vai acontecer nesta sexta-feira, alteração das regras, as mudanças devem ser colocar diversas restrições no forma de como será concedida a renovação de empréstimo, o mais rádical seria o ministério (da Previdência) optar pela proibição total desse tipo de operação (refinanciamento consignado inss).

Isso se dará devido ao endividamento altíssimo dessa classe, mais de 90% dos segurados e beneficiários do INSS que já possuem crédito consignado, fizeram novos empréstimos antes de terminar de pagar os anteriores.

Como funciona a Renovação do Consignado do INSS?

Atualmente são permitidos no máximo até 6 (seis) “empréstimos por consignação no benefício”, ou até que termina a margem consignável dos aposentados, esgotadas essas duas possibilidades eles começam a refinanciar os empréstimos antigos, estendendo a sua dívida para prazos mais longos e entrando num circulo de endividamento interminável.

Ao contrário do que temos lido na mídia, os ‘pastinhas’ (agentes que assediam os aposentados) são pessoas que fazem a captação de novos empréstimos e refinanciamento de dívidas que o aposentado possuem com os bancos e financeiras. O refinanciamento ou renovação de empréstimos normalmente é feito por calls centers de alguns bancos.

Os ‘pastinhas’ na sua maioria são tercerizados ou contratados por “correspondentes não bancários” que representam os bancos de grandes, médios e pequeno porte e financeiras que concedem o crédito consignado.

Não é só o ‘pastinha’ , que ganha com essa operação por receber comissão, que inclusive é menor que os novos empréstimos, as instituições bancárias e financeiras também ganham e, não ganham pouco, além de reter o segurado por anos e mais anos, ainda dificulta a recompra e/ou a quitação de dívida antecipada.

A verdade é que só quem perde é o aposentado ao fazer um empréstimo refinanciado, pega somente uma parte em dinheiro do crédito liberado e acaba estendendo ainda mais a sua dívida.

O que estamos por ver é, mais uma vez o aposentado ficar na mão de instituições privadas com o aval da Previdência, se o aposentado busca no crédito consignado um refinanciamento, com certeza foi por conta de eventuais necessidades, agora imagina o aposentado sem poder fazer a renovação do empréstimo com os juros baixos que o consignado oferece, vai cair na malha dos “empréstimos bancários e do crédito pessoal” dos grandes bancos ou pior, fazer empréstimo com agiotas e especuladores.

A história do empréstimo consignado começa em 2005 quando os banco o Banco BMG começa oferecer o crédito consignado para os segurados do INSS, em 2007, 24 meses depois os refinanciamentos começaram a ser rotina comum nesse tipo de empréstimo. Desde sua liberação, São Paulo, é o estado que mais concede crédito consignado no país, de 2005 até hoje são cerca de 4,5 milhões de operações de consignado.

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