Contrair Empréstimo Pessoal mais Barato

Empréstimo pessoal mais baratoHá doze meses atrás a economia brasileira estava passando pelo verdadeiro olho do furação, felizmente para alguns setores e áreas da nossa economia conseguiram passar por ela blindadas e sem grandes abalos, nesta época a básica de juros (Selic) apresentava 8,75%, a menor da história do País.

Passado um ano, a taxa de juros cresceu, hoje apresenta 10,75%, retornando ao patamar de dois dígitos de juros. Apesar da taxa de juros terem um acréscimo de dois pontos percentuais ao longo dos meses, o efeito não foi tão desastroso e não causou um aumento real do juro, principalmente na modalidade de CDC (crédito direto ao consumidor).

O fato é constatado nas três maiores instituições bancarias públicas e nos três bancos privados com mais expressão, a taxa de juros do empréstimo pessoal ao contrário teve uma pequena redução.

Em contrapartida, outras modalidades de crédito como o cheque especial, crédito para compra de bens e financiar carros novos e usados, os juros praticamente mantiveram o mesmo patamar oferecidos no início do quarto trimestre de 2009.

Atualmente o consumidor que procura obtenção de crédito consegue nos bancos e financeiras concessões de empréstimos com muito mais flexibilidade, o Crédito ficou mais fácil de fazer e o empréstimo pessoal mais barato para pessoa física. Para servidor público a taxa se tornou bem mais atrativa, o empréstimo consignado com desconto em folha pode ser contratado com juro de 0,74% a 2,30% ao mês, dependendo do prazo e do banco escolhido.

Diante de um juro praticamente estável e a concorrência entre os bancos cada vez mais intensa,  o consumidor que pretende contrair um empréstimo pessoal mais barato, “financiamentos de longo prazo para compra de veículos ou de imóvel próprio, como também o cheque especial e o crédito direto ao consumidor” pode aproveitar agora.

A disputa acirrada na área de crédito é um assunto que temos comentado bastante por aqui têm obrigado muitas instituições financeiras a reduzirem seu lucro, conhecido por Spread – o Spread é diferença entre a taxa Selic e o juro real, formado por impostos, encargos e a margem de lucro dos bancos. Apertados, os bancos notadamente estão concentrando suas forças na busca de mais clientes de crédito no varejo para expandir suas carteiras de crédito para pessoas físicas.

Os consumidores de crédito brasileiro são despreocupados com SCR, CET, Spread, Juros anual etc., e às vezes não fica atento às mudanças econômicas e o que ela pode afetar no bolso principalmente em relação à tomada de crédito, empréstimo pessoal e financiamentos em geral. Só para relembrar, os juros aumentaram em torno de 2%, mas não foram repassados para o consumidor final.

Esse cenário deixa visível que com o passar do tempo, logo os nossos juros bancários estarão aos níveis de Europa e Estados Unidos, mas para isso o consumidor de crédito precisa ser mais consciente e mais exigente, pesquisar as melhores ofertas dos bancos e só contrair empréstimo pessoal mais barato.

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