Juros do Empréstimo e Financiamentos de Imóveis

Juros do Empréstimo e Financiamentos de ImóveisNão é dificil entender que as instituições financeiras vivem praticando abusos contra o consumidor, mas o problema maior e que as pessoas ainda não sabem o que devem fazer para se proteger.

A matemática comum é fácil de entender, já a matemática do dinheiro e bem diferente e um pouco mais complicada. A do dinheiro leva em consideração o tempo como fator excencial. Em geral o agente financeiro (instituições financeiras), não obtém ganho de dinheiro em concequência do juros aplicado, mas com o tempo da operação.

Atualmente podemos perceber que os juros brasileiros são instrumento de transferência de renda e em muitos casos um drama social que atinge milhares de cidadãos que adquirem dívidas praticamente impagáveis principalmente dívidas feitas no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), mas não só esse tipo de empréstimo que dificultam a vida de muitos, se não houver um planejamento por parte do tomador do financiamento e muita atenção na hora de fechar o contrato, até mesmo um simples crédito pessoal recorrido a banca pública ou privada pode ser um desastre.

Quando o cidadão tomador do crédito efetua o pagamento de cada parcela, os juros do empréstimo e financiamentos que já foram pagos não são incluídos no saldo devedor para cálculo de novos juros, com isso a dívida cresce a cada dia.

“A parcela é constituída de duas partes, amortização e juro, mas como quase todo o dinheiro pago vai para os juros, a amortização só começa a ser notada quando o pagamento das prestações chega mais ou menos pela metade”

Para ter uma idéia mais clara da situação vamos considerar um financiamento com prazo longo de 180 meses e com juros 1% ao mês, nessa operação o devedor vai pagar quase cinco imóveis.

Para se defender de qualquer abuso praticado, o primeiro passo é consultar um profissional habilitado para fazer todos os cálculos necessários, o ideal é consultar um economista ou um administrador competente. Esse cálculo do juros do empréstimo e financiamentos também pode ser feito em alguns órgãos de defesa do consumidor, como os Procons.

O segundo passo é constituir um advogado de preferência especializado nessa área. Recorrer à Defensoria Pública e o Juizado Especial Cível (antigo Juizado de Pequenas Causas) pode ser uma ótima alternativa para quem não tem dinheiro para contratar um advogado.

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Um Comentário

  1. jadimar

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